Minha história com o marketing começou muito antes de eu saber o que essa palavra realmente significava.
Cresci dentro de um comércio. Sou filho de uma comerciante do extinto ramo de videolocação — daqueles tempos em que escolher um filme era quase um ritual. Desde os 12 anos, eu passava grande parte das minhas tardes observando o comportamento dos clientes, percebendo quais lançamentos chamavam mais atenção e entendendo, mesmo sem saber, o poder da experiência.
A videolocadora não vendia apenas filmes. Vendia expectativa. Vendia sexta-feira à noite em família. Vendia emoção.
E foi ali que a chama do marketing acendeu dentro de mim.
Eu via minha mãe pensar estrategicamente: como expor os títulos? Como destacar os lançamentos? Como criar promoções que trouxessem os clientes de volta? Cada detalhe importava. A vitrine, o atendimento, o relacionamento com os clientes, o modo de se comportar perante a clientela, a forma de recomendar um filme. Tudo era experiência — mesmo antes desse termo virar tendência.
Com o tempo, essa vivência natural evoluiu para o design gráfico. Descobri que podia transformar ideias em identidade visual, conceitos em marcas e sensações em comunicação. Entendi que o design não é apenas estética — é estratégia. É posicionamento. É percepção.
Desta forma ingressei no mercado gráfico, como agente, vendendo os serviços e terceirizando a produção, tendo permanecido durante 15 anos neste setor, período em que desenvolvi mais de 3.500 trabalhos entre design gráfico, anúncios, material impresso, identidade visual, logotipos, fachadas e outdoors, além de fazer web design para sites e lojas virtuais, tendo atendido empresas dos mais diversos setores da economia e de qualquer tamanho.
Com aquela chama do marketing muito viva ainda, percebi que algo dentro de mim me mostrava que eu queria, na verdade, ir muito além da criação visual.
Queria criar experiências completas.
Foi assim que nasceu a Sense Marketing Experiencial — não apenas como uma agência, mas como a materialização de uma trajetória construída entre prateleiras de filmes, balcões de atendimento, produção gráfica e, mais do que tudo, a observação atenta do comportamento humano.
A Sense nasce da união entre:
- A sensibilidade de quem cresceu dentro de um negócio.
- O olhar estratégico do design.
- A compreensão de que marcas fortes não vendem apenas produtos — criam memórias.
Hoje, juntamente com grandes parceiros, a minha meta é transformar marcas e produtos em experiências que conectam, engajam e permanecem. Porque aprendi desde cedo que o que fideliza não é apenas o que você oferece, mas o que você faz as pessoas sentirem.
Marketing sempre será sobre isso para mim:
Criar sensações que ficam, mesmo depois que a porta se fecha...